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MDS Group
MDS GroupCorretagem de seguros e gestão de risco

Como a MDS Group levou o Qlik Sense para toda a companhia e multiplicou o uso em 400%

A área de inteligência de negócios consolidou dezenas de aplicações dispersas numa única camada de consumo com a identidade da empresa, preservando integralmente as regras de acesso já configuradas no ambiente Qlik.

Brasil e Portugal, com operação em Angola e Moçambique

O cliente

A MDS é uma corretora de seguros e gestora de risco multinacional, líder de mercado em Portugal, com operação em Angola e Moçambique e presença entre as três maiores corretoras do mercado brasileiro, onde reúne mais de setecentos colaboradores distribuídos por quinze escritórios, e integra a Brokerslink, rede que dá acesso a negócios em mais de cento e vinte países. O grupo passou a fazer parte do Ardonagh Group, uma das vinte maiores corretoras do mundo, movimento que ampliou de novo a população de usuários que a área de inteligência precisa atender.

Quem responde por essa área é Erick Hoepfner, superintendente de inteligência de negócios, e a maneira como ele descreve o próprio trabalho já antecipa o problema que a MDS precisava resolver, porque ele recusa tratar inteligência de negócios como sinônimo de dashboard e entende a disciplina como a cadeia inteira que vai de compreender a necessidade da área de negócio até distribuir a informação e mantê-la viva.

O ponto de partida

A área de inteligência da MDS passou por um trabalho de consolidação em que aplicações espalhadas por plataformas diferentes foram reunidas sob uma responsabilidade única, que era ser a área que valida e distribui os números da companhia. O volume de aplicações cresceu rápido, e junto com ele apareceu a distância entre publicar um painel e o painel ser efetivamente usado, porque o colaborador de negócio recebia links longos por e-mail ou mensagem e guardava esses links numa planilha ou num bloco de notas pessoal, o que fazia a informação da companhia depender de um arquivo particular de cada pessoa. Boa parte do consumo, além disso, não era o painel em si, já que muita gente abre a aplicação apenas para gerar um relatório sob demanda em Excel, PDF ou PowerPoint.

Faltava um lugar único, com a cara da MDS, onde cada colaborador encontrasse o que diz respeito ao trabalho dele sem precisar saber onde procurar, e faltava que esse lugar respeitasse sem exceção as regras de acesso já estabelecidas, porque nenhuma solução que exigisse recriar segurança em paralelo teria sido aceitável.

Quando procurou a Cluster, Erick trouxe cinco requisitos formulados de forma bem concreta, que eram organizar o conteúdo, não perder o parâmetro de segurança do ambiente, ser fácil, rápido e intuitivo para o usuário final, ter custo compatível com uma base grande de pessoas, e permitir personalização visual.

O que foi implantado

O NewHub entrou como camada de consumo sobre o ambiente Qlik que a MDS já tinha, sem substituir nada e sem exigir que a equipe analítica mudasse o jeito de trabalhar, e passou a ser o ponto de entrada de todos os demais usuários. A navegação foi organizada em grupos e subgrupos que espelham a operação real da companhia, separando Brasil e Portugal e depois desdobrando por área de negócio, de modo que o colaborador entra por um único endereço e encontra o que é dele.

Duas frentes ampliaram o escopo além do que estava previsto no início. A primeira foi a publicação de conteúdo que não é painel, porque os estudos de mercado que a área produz em PDF passaram a viver dentro do portal, e o mesmo caminho foi adotado pela área financeira, que abandonou a distribuição de demonstrativos e planilhas por anexo e repositório e passou a publicar no NewHub, onde a área de inteligência aplica as regras de quem acessa o quê. A segunda foi a home com indicadores, que apresenta a cada login apenas os cards a que aquela pessoa tem acesso, trazendo meta, receita, prêmio e posição do mês já na primeira tela, sem exigir que o usuário abra painel por painel para descobrir se precisa agir.

Vale registrar uma decisão que a MDS tomou em sentido contrário ao padrão, porque ela demonstra a flexibilidade da ferramenta melhor do que qualquer descrição faria. A equipe optou por não usar a Cluster Skin e desenvolveu um tema próprio em CSS e JSON, preservando o comportamento nativo dos filtros por uma questão de cultura analítica interna, e o NewHub acomodou essa escolha com um ajuste de configuração.

Adoção e engajamento

400%

Crescimento na utilização da ferramenta pelos usuários da MDS em doze meses

Depois da implantação e de uma ação de divulgação que incluiu uma viagem da equipe até a operação de Portugal, a MDS registrou crescimento de quatrocentos por cento na utilização da ferramenta ao longo de um ano, acompanhado de um salto no número de licenças contratadas e com projeção de dobrar novamente na sequência. O movimento não parou na camada de consumo, porque a área seguiu abrindo novas instâncias de desenvolvimento e avançou para Snowflake, o que descreve com precisão o efeito que interessa a quem lidera dados, já que uma base de usuários que consome informação de verdade é o que sustenta a decisão de continuar investindo na plataforma.

O que Erick entende por adesão merece estar aqui, porque desarma a leitura preguiçosa de que engajamento é tempo de tela. Ele define adesão pelo propósito do usuário, que é tomar uma decisão, gerar negócio, esclarecer uma dúvida ou concluir um estudo, e não pela permanência dentro da ferramenta.

Chegamos até aqui e não vejo como voltar atrás.
Erick Hoepfner, Superintendente de Inteligência de Negócios, MDS Group | Brasil & Portugal

Coloque o NewHub sobre o seu ambiente Qlik e veja quantas pessoas passam a consumir os painéis que a sua equipe já construiu.

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